Fábio Soares nasceu em Caxias do Sul e, mesmo tendo sua vivência urbana, sempre teve muito apreço pelos valores típicos regionais, através de familiares que moravam no interior.

 

Frequentador de CTG’s desde a infância, percebeu que poderia usar a arte para reverenciar os costumes do Rio Grande do Sul e, lapidando versos e “domando” cordas, decidiu reviver histórias de antepassados por meio da música. Os pais, naturais do interior de Lages (SC), mudaram-se para Caxias do Sul na década de 70 e não participavam de CTG's. Os avós e bisavós, no entanto, eram tropeiros, o que fortaleceu em Soares o fascínio pelos temas gaúchos e birivas.

 

Aos sete anos, quando começou a frequentar os Centros de Tradições Gaúchas, aprendeu a tocar acordeon com amigos. Depois o violão, como autodidata. O primeiro disco de Fábio Soares foi com o grupo Pátria e Querência, em 2003, que contou com cinco composições dele. Em 2005, produziu o disco “Um Sonho Domingueiro” em parceria com Cleber Casagrande, tendo no repertório 12 canções de sua autoria. Cinco anos mais tarde, no grupo Pátria Sulina, de Lages (SC), participou do disco “Por Isso Canto Senhores”, interpretando temas do poeta e músico Rogério Villagran. Em 2012 lançou o álbum intitulado “Tropeiro, meu destino”, seu primeiro trabalho solo. Produzido por Lázaro Nascimento, tem no repertório músicas de sua autoria – sendo algumas regravações – e também obras de grandes compositores.

 

Seu trabalho mais recente, o álbum "das vezes que pensei escrito", foi produzido por ele, juntamente com Joel Vianna, e traz no repertório composições de sua autoria e algumas em parceria. O encarte, formato de livro - com 60 páginas - inclui as letras das melodias, outros 25 poemas escritos por Fábio e também belas imagens registradas pelas lentes da fotógrafa Tatieli Sperry, dando o tom de sua identidade poética e linha artística.

Fábio Soares

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Fotos: Tatieli Sperry

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